Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


NIGÉRIA CONSTRÓI ESCOLA FLUTUANTE

por Mäyjo, em 12.04.15

Nigéria constrói escola flutuante (com FOTOS)

A aldeia piscatória de Makoko, na Nigéria, tem uma escola flutuante para lidar com as frequentes inundações na região. “A Makoko Floating School é um edifício ou uma embarcação móvel, atualmente localizada na comunidade aquática de Makoko, no coração da lagoa da segunda cidade mais populosa de África – Lagos, na Nigéria”, referiram os designers do projecto ao TreeHugger.

“[Esta] é uma estrutura flutuante, que se adapta às mudanças de maré e aos diferentes níveis da água, tornando-a invulnerável a inundações e tempestades. Foi projectada com base na utilização de energias renováveis para a reciclagem de resíduos orgânicos e para aproveitar a água da chuva”, continuaram os responsáveis, citados no Green Savers Cabo Verde.

Construída com 16 barris de plástico reciclado e canas de bambu, localmente cultivadas, a escola flutuante tem cerca de 2.368 metros quadrados e pode acomodar entre 60 a 100 alunos do ensino primário, aos quais muitas vezes é negado o acesso à educação, devido à antiga escola estar muitas vezes inundada.

A escola tem três andares, construídos de forma triangular a 9,7 metros, “uma forma ideal para um objecto flutuar na água, devido ao seu centro de gravidade relativamente baixo, que oferece estabilidade e equilíbrio, mesmo com ventos fortes”, garantem os designers.

Desenhada pela NLE, uma empresa fundada pelo arquitecto nigeriano Kunle Adeyemim, a Escola flutuante de Makoko é um protótipo que poderia ser aplicado noutras zonas de África que enfrentam desafios em relação às infra-estruturas devido às mudanças climatéricas.

 

Uma escola flutuante na Nigéria

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:51

TEMPO E CLIMA: QUAL A DIFERENÇA?

por Mäyjo, em 12.04.15

Tempo e clima: qual a diferença?

É normal no Inverno, quando as temperaturas estão naturalmente mais baixas, ouvir-se a seguinte expressão: “Aquecimento global? Parece mais arrefecimento global”. Embora seja uma expressão prosaica, revela a confusão entre os conceitos de clima e tempo.

O tempo refere-se ao estado da atmosfera num determinado espaço de tempo, quer sejam semanas ou meses. Temperatura, humidade, precipitação, nuvens e outros factores atmosféricos determinam o tempo de um determinado período.

O clima relaciona-se com as médias do tempo registado para determinado local durante um período de cários anos. Habitualmente, os climatólogos utilizam intervalos de 30 anos para definir o clima de uma região, refere oDiscovery News.

Por exemplo, céu limpo, sol e 30 graus Celsius poderá ser a descrição meteorológica (tempo) para hoje em Lisboa. Mas céu nublado, com probabilidade de precipitação e temperaturas a rondar os 20 graus Celsius é outra descrição meteorológica. Trata-se de alterações no estado do tempo e não do clima.

Na Europa, o tempo varia de dia para dia, ou até mesmo de hora para hora. Contudo, em média, as temperaturas superficiais têm aumentado nas últimas décadas. Em outros locais, como nas regiões polares, o aumento das temperaturas foi mais acentuado. A alteração gradual dos padrões médios de tempo acaba por definir as alterações climáticas. O clima da Terra altera-se naturalmente, é por isso que já não vivemos em idades do gelo.

No entanto, certas actividades humanas podem influenciar o clima. A combustão de combustíveis fósseis liberta dióxido de carbono. O gado doméstico liberta metano através das duas flatulências, assim como as térmitas que devoram os restos de madeira deixados pelos madeireiros.

O metano e o dióxido de carbono podem mudar o clima. Estes gases permitem que a luz solar atravesse a atmosfera terrestre (o que permite a nossa sobrevivência). Contudo, quando em quantidades elevadas, estes gases aprisionam os raios solares, impedindo que eles sejam reflectidos, o que aumenta a temperatura do planeta. Este processo é definido como efeito estufa.

Foto:  Anne Worner / Creative Commons

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 02:14

NOVA IORQUE: ANTIGA LIXEIRA DÁ LUGAR A CAMPO DE GOLFE DE DONALD TRUMP

por Mäyjo, em 12.04.15

Ferry Point, Nova Iorque

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:45

SÓ OS RELVADOS DOS RICOS ESCAPAM À SECA NA CALIFÓRNIA

por Mäyjo, em 12.04.15

Os últimos relvados verdes da Califórnia

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:30

COMO AS BICICLETAS PODEM APROXIMAR (AINDA MAIS) LISBOA E SÃO FRANCISCO

por Mäyjo, em 12.04.15

Como as bicicletas podem aproximar (ainda mais) Lisboa e São Francisco (com VÍDEO)

Cerca de 80% das ruas de Lisboa são planas e podem ser facilmente pedaladas, um cenário idêntico, por exemplo, ao de São Francisco, na Califórnia, Estados Unidos, fazendo, destas duas cidades, também irmãs nas oportunidades para a mobilidade sustentável – já o são nas pontes suspensas, eléctricos e colinas.

Foi esta semelhança que levou o vice-presidente da Agência de Transportes de São Francisco, Timothy Papandreou, a aceitar o convite da Direcção Municipal de Mobilidade de Transportes de Lisboa para participar numa conferência sobre… bicicletas.

“Lisboa pode seguir o nosso processo, o programa pode ser muito semelhante. Primeiro é preciso testar e experimentar as coisas, e depois acrescentar na medida do que é possível”, explicou Papandreou.

E que processo é este? O boom do uso da bicicleta em São Francisco ocorreu em 2007, com o eclodir da crise mundial, que levou muitas pessoas a começar a utilizar meios de transporte mais económicos que o automóvel.

Esta cidade californiana tinha, na altura, uma rede pobre e degradada de ciclovias, que não impediu, porém, que cada vez mais pessoas trocassem o carro pela bicicleta. Apercebendo-se da ocorrência e do incremento do uso deste meio de transporte, a SFMTA lançou há quatro anos um plano para remodelar o sistema e rede de transportes públicos de São Francisco.

O sistema de transportes desta cidade norte-americana compreende metro, rede comboios, táxis, autocarros, sistema de partilha de carros eléctricos, de scooters e de bicicletas, que servem a população da Bay Area – com cerca de sete milhões de habitantes. As autoridades estimam que a população continue a aumentar nos próximos anos e, como tal, é necessário dar resposta à crescente procura de meios de transporte.

“Os negócios locais são bem-sucedidos porque as pessoas estão a comprar e mantêm o dinheiro na cidade. É uma boa oportunidade e ficam todos a ganhar. Mas temos de tomar a decisão para fazermos as devidas mudanças”, continuou o responsável.

Sobre as ciclovias, Papandreou deixou uma crítica. “São precisas mais extensões de estrada [para as bicicletas]. Mas acho que não precisavam de gastar dinheiro em grandes infra-estruturas. Basta a tinta, é rápido e barato. É assim que se fazem as coisas”, concluiu.

São Francisco pretende que o seu sistema de partilha de bicicletas atinja 10% das viagens da cidade em 2018. Em Lisboa, este sistema atinge apenas 1%, bem abaixo da meta de São Francisco. Veja a passagem de Timothy Papandreou por Lisboa no episódio 243 do Economia Verde.

Fotos:  Nico Kaiser /  Prayitno/more than 2.5 millions views: thank you! / Creative Commons

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:10

PESCADORES CHINESES MANTÊM VIVA TRADIÇÃO COM MAIS DE 1.000 ANOS

por Mäyjo, em 12.04.15

A tradição milenar dos pescadores de Guilin

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 01:09


Este blog disponibiliza informação com utilidade para quem se interessa por Geografia. Pode também ajudar alunos que por vezes andam por aí desesperados em vésperas de teste, e não só, sem saber o que fazer...

Mais sobre mim

foto do autor


Siga-nos no Facebook

Geografando no Facebook

Pesquisar

Pesquisar no Blog  

calendário

Abril 2015

D S T Q Q S S
1234
567891011
12131415161718
19202122232425
2627282930

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.



Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2010
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2009
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2008
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D